Mais

Obí e orobô compõem um díptico de monotipias, que interpreta a iniciação de um filho de santo nas religiões de matriz africana. São realizadas a partir de um único desenho em placa de zinco. A segunda imagem é impressa com os resíduos da primeira, ou seja, depende dela para existir. Ambas são trabalhadas, posteriormente, com aquarela, de maneira espontânea e orgânica. Trazem na simbologia da cabeça a ligação do ser humano com o divino e portanto, a porta de entrada para o rito. O título do trabalho remete aos frutos que são sagrados e indispensáveis nos rituais de passagem destas religiões.

Obí e orobô, 2013

Monotipia

Impressão e aquarela sobre papel a partir de desenho com tinta óleo em placa de zinco

Díptico de 31 x 25cm (cada)

 

Participou do 72º Salão de Arte Contemporânea de Araras

no Centro Cultural de Araras - SP - 2013

Sei que sussurro para quem consegue ouvir