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A partir do convite do SESC São Caetano para que eu desenhasse os objetos do espaço de arte e tecnologia da unidade, interferindo nas paredes da sala, propus que esta realização não fosse só minha, mas também dos frequentadores do lugar. Entendendo que eles seriam os principais interessados em conviver com as imagens nas paredes, os objetos do local e a história que ficaria depois da prática coletiva. A ação-oficina se estendeu em doze encontros (oito com crianças e quatro com adultos) e teve como fio condutor a prática do desenho de observação dos itens do lugar. Nos últimos encontros, foi pensada coletivamente a disposição que essas imagens ocupariam nas paredes.

Desenho de observação como intervenção no espaço, 2018

 

site-specific/oficina

SESC São Caetano

 

Grafite e lápis de cor sobre parede

e desenhos de técnicas variadas em lambe-lambe.

Sei que sussurro para quem consegue ouvir